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segunda-feira, 9 de junho de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Mercedes-Benz promete Classe C brasileiro igual ao alemão
Motor flex será diferença do carro no mercado brasileiro.
Sedã chega importado no 2º semestre antes de virar nacional.
A Mercedes-Benz garante que o Classe C produzido em Iracemápolis, no interior de São Paulo, será exatamente igual ao modelo feito na Alemanha – ou em qualquer lugar do mundo, dos EUA à China – em termos de segurança, nível de equipamentos e, mais importante, qualidade construtiva. “Um Mercedes sempre será um Mercedes, em qualquer lugar do mundo”, avisa Thomas Weber, membro da diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da marca, em entrevista ao G1.
O novo Classe C, que fez sua estreia mundial durante o Salão de Detroit, chega importado da Alemanha ao Brasil até o final do ano e assim segue até o fim de 2015, quando as primeiras unidades começam a sair da fábrica de Iracemápolis, ao lado do crossover GLA. O sedã mais vendido da história da Mercedes terá algumas especificações para o mercado brasileiro.
“Embora sejam iguais em qualquer lugar do mundo, os produtos precisam ser regionalizados. No Brasil, a única diferença será o motor flex, já que o etanol é abundante no Brasil e o consumidor exige esse tipo de tecnologia”, analisa Weber, formado em Engenharia Mecânica e ligado ao desenvolvimento de produtos da Mercedes desde 1987. “Outra diferença pode ocorrer na lista de equipamentos, que vamos discutir com o pessoal de marketing adiante”, completa, se referindo a itens mais sofisticados, como a nova suspensão a ar (opcional).
O motor que receberá a tecnologia flex – desenvolvida pela engenharia alemã – será o 1.6 turbo, de 156 cavalos – que é o propulsor de maior volume dentro da oferta da Mercedes atualmente. Por enquanto, a exemplo do 320 Active Flex da rival BMW, o Classe C é o mais longe que a tecnologia flex alcança no segmento premium. “Você precisa de um volume mínimo de produção para tornar motores bicombustível disponíveis. Portanto, não acredito que em curto prazo motor flex será importante para um Classe S, por exemplo. Para o Classe E? Não sei, talvez”, conclui Weber.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Dublê faz salto de 40 m com carro sobre rio congelado na China
Xie Yujun aterrissou em segurança sobre caixas de papelão.
Feito foi realizado às margens do rio Songhua, em Heihe.
Uma sequência de fotos registrou o feito impressionante do dublê Xie Yujun, que saltou com um carro sobre um rio congelado em Heihe, na China.
O salto, feito a partir de uma rampa colocada às margens do rio Songhua, foi de aproximadamente 40 m de comprimento, e o dublê conseguiu aterrissar em segurança em uma pilha de caixas de papelão.
domingo, 12 de janeiro de 2014
Caminhonete que rebocava carro clássico capota em estrada no ES
Testemunhas disseram que motorista falava ao celular.
Acidente aconteceu na Rodovia do Sol, em Guarapari.
O motorista de uma caminhonete perdeu o controle do veículo, capotou e invadiu a contramão na Rodovia do Sol, no quilometro 43, na altura do bairro Jabaraí, em Guarapari, Espírito Santo, por volta das 19h20 deste sábado (11). Ele rebocava um veículo clássico, modelo Bel Air, que seria utilizado em um casamento no balneário.
O motorista da caminhonete Hilux branca, com placas de Vitória, seguia
pela rodovia sentido Guarapari e, ao falar no celular, perdeu o controle
do veículo em um curva, segundo testemunhas. O reboque se desprendeu da
caminhonete, bateu na canaleta da rodovia e parou no acostamento.
O condutor do veículo ficou parcialmente preso às ferragens, não
falava, não se movimentava e respirava com dificuldade até a chegada do
resgate, por volta das 19h45. A via funcionou em meia pista, nos dois
sentidos, e vários objetos ficaram espalhados pelo local do acidente.
Dentro do veiculado rebocado estava um funcionário da empresa, que não
se machucou. Ednei Damasceno, 28 anos, disse que o patrão estava a 80
Km/h quando perdeu a estabilidade. "Eu pensei que ia morrer quando eu
percebi que o carro ia capotar. A minha sorte foi que o reboque se
desprendeu. Eu só vi meu patrão rodando junto com o veículo", contou.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Após 6 anos e R$ 100 mil, Maverick volta renovado à casa de dono
Carro ficou neste período na oficina para ser recuperado e teve alto gasto.
Veículo está com médico desde época da faculdade, na década de 1970.
Ficar muito tempo sem a presença de alguém querido, como um grande amigo
ou parente. Esse foi o sentimento que acompanhou seu José nos últimos
anos, após seu companheiro de 38 anos, um Maverick ano 1976, ter se
ausentado de casa para ser recuperado em uma oficina.
Foram 6 anos de reformas, entre 2006 e 2012, e cerca de R$ 100 mil
gastos no conserto. "Quando a conta chegou nos R$ 80 mil eu parei de
contar. Troquei para-choque, para-lamas, freios, motor. Mexi em quase
tudo", diz José Antonio de Souza Campagnolo, 62 anos, médico em Erechim,
interior do Rio Grande do Sul.
Segundo ele, o alto preço da reforma é culpa das peças, muitas delas
importadas, e da mão de obra. Só na pintura foram gastos R$ 30 mil. "Foi
feito um estudo para a tinta que ia ser usada. A cor continuou sendo
vermelho Itamarati, mas agora está com pigmentos dourados e prateados".
Outra mudança importante, segundo o médico, foi a instalação de um
motor V8, após três motores 4 cilindros estourados durante as andanças
com o Maverick. "Eu não forço muito o carro, mas, agora, ele deve chegar
a uns 200 km/h facilmente", garante.
A relação entre o veículo e o dono começou quando seu José cursava
medicina na Universidade Federal de Pelotas, também interior do estado, e
teve seu antigo carro inutilizado por um acidente. "Antes do Maverick
tive um Chevette, que foi destruído por um bêbado em um acidente. Eu
estava fazendo faculdade e necessitava de um carro", explica.
O carro foi comprado 0 km e acompanhou o médico por vários momentos de
sua vida. Em um desses episódios, o Maverick chegou a ser penhorado por
uma dívida com a ex-mulher.
"Mas no fim foi só ameaça mesmo, acabei ficando com ele. No dia 7 de
julho vai fazer 38 anos que ele está comigo. É uma vida."
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Motorista erra manobra, e carro atravessa murro de estacionamento
Batida foi no segundo andar de supermercado na Região Centro-Sul de BH.
Segundo assessoria do local, mulher teria errado o pedal do veículo.
Um carro atravessou o muro de um estacionamento do supermercado Verdemar, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (10). A batida foi no segundo andar do local e o veículo ficou com a frente para fora do muro. Segundo a assessoria de imprensa, a motorista não ficou ferida.
Ainda de acordo com o supermercado, por volta das 13h, a cliente subiu a rampa para parar o carro no estacionamento coberto e, ao fazer curva, ela teria errado o pedal, pisando no acelerador em vez do freio.
Ainda de acordo com a empresa, o carro bateu no muro, e uma parte da estrutura ficou destruída.
Segundo a assessoria, apesar do susto e dos danos materiais, ninguém ficou ferido. A polícia não foi acionada para registro de boletim de ocorrência.
Empresa constrói carro de gelo com sete toneladas que anda de verdade
Com o calor que anda fazendo em Porto Alegre, aqui isso seria impossível; mas no Canadá uma empresa construiu um carro de gelo. O veículo, estilo picape, é funcional, ou seja, anda de verdade, chegando a fazer 20 km/h.
Na construção foram usadas sete toneladas de gelo. Ventiladores especiais ficaram encarregados da circulação de escapamentos e ar quente produzido pelo motor.
A caranga não tem fins comerciais. Sua criação tinha por objetivo provar que as baterias da marca Moto Master Eliminator Ultra realmente conseguiam funcionar em temperaturas negativas.
Pena que não dá para comprar um carro desses. Enchia a traseira de ceva e já ficava geladinha.
Na construção foram usadas sete toneladas de gelo. Ventiladores especiais ficaram encarregados da circulação de escapamentos e ar quente produzido pelo motor.
A caranga não tem fins comerciais. Sua criação tinha por objetivo provar que as baterias da marca Moto Master Eliminator Ultra realmente conseguiam funcionar em temperaturas negativas.
Pena que não dá para comprar um carro desses. Enchia a traseira de ceva e já ficava geladinha.
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