Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
domingo, 3 de agosto de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 22 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Falta de chuva faz preço da energia bater recorde; conta de luz deve subir
Preço do megawatt-hora anunciado nesta sexta (31) é de R$ 822,83.
Distribuidoras devem repassar aos consumidores gastos a mais.
O preço da energia no mercado de curto prazo no Brasil atingiu nesta
sexta-feira (31) R$ 822,83 por megawatt-hora (MWh), valor mais alto da
história. O recorde anterior, de R$ 684 por MWh, vigorou entre 30 de
junho e 6 de julho de 2001, época em que foi decretado racionamento de
energia pelo governo. A informação foi confirmada pela Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
No mercado de curto prazo, distribuidoras e grandes indústrias compram energia para necessidades imediatas. As contas de luz pagas pelos consumidores acabam sendo impactadas por essa elevação, já que as distribuidoras tendem a repassar futuramente esse aumento.
A alta no preço da energia elétrica é resultado da falta de chuvas nas regiões onde estão os reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por cerca de 70% da produção de energia do país. Nessa época do ano, o normal seria a elevação do nível das represas, o que não vem acontecendo.
Soma-se à falta de chuvas o aumento no consumo de energia no país, que em janeiro vem batendo recordes, devido ao calor. O resultado foi a elevação, nas ultimas semanas, do chamado Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que nesta sexta chegou a R$ 822,83, maior valor desde 2000, quando os preços passaram a ser computados. Esse valor também é o teto fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O PLD é apurado semanalmente e reflete o custo de produção do megawatt-hora no país. Ele afeta diretamente grandes indústrias e distribuidoras de energia que compram energia no mercado livre.
Impacto na conta de luz
A maior parte da energia que as distribuidoras precisam para atender a seus consumidores está vinculada a contratos de longo prazo, com preço já definido e que não sofre nenhuma influência da variação do PLD. Entretanto, algumas dessas concessionárias precisam de mais energia do que a contratada. Esse consumo extra é pago mensalmente por elas ao preço médio do PLD.
Como o valor divulgado nesta sexta vai servir de referência durante a próxima semana, até o dia 7 de fevereiro, isso significa que, nesse período, toda a energia que as distribuidoras consumirem fora dos seus contratos de longo prazo vai custar R$ 822,83 por MWh. No dia 7, um novo PLD será divulgado e passará a ser o novo valor de referência.
A má notícia para os consumidores é que esse custo a mais pago pelas distribuidoras com a compra de energia a preços recordes será repassado à tarifa e, portanto, pode levar a aumento da conta de luz.
O presidente do conselho de administração da CCEE, Luiz Eduardo Barata Ferreira, avalia que o preço da energia no mercado de curto prazo deve continuar alto pelo menos até a segunda quinzena de fevereiro. “A previsão é que a intensidade das chuvas e a melhora do nível dos reservatórios só devem acontecer a partir da segunda quinzena de fevereiro. Até lá, o PLD deve continuar alto.”
No mercado de curto prazo, distribuidoras e grandes indústrias compram energia para necessidades imediatas. As contas de luz pagas pelos consumidores acabam sendo impactadas por essa elevação, já que as distribuidoras tendem a repassar futuramente esse aumento.
A alta no preço da energia elétrica é resultado da falta de chuvas nas regiões onde estão os reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por cerca de 70% da produção de energia do país. Nessa época do ano, o normal seria a elevação do nível das represas, o que não vem acontecendo.
Soma-se à falta de chuvas o aumento no consumo de energia no país, que em janeiro vem batendo recordes, devido ao calor. O resultado foi a elevação, nas ultimas semanas, do chamado Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que nesta sexta chegou a R$ 822,83, maior valor desde 2000, quando os preços passaram a ser computados. Esse valor também é o teto fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O PLD é apurado semanalmente e reflete o custo de produção do megawatt-hora no país. Ele afeta diretamente grandes indústrias e distribuidoras de energia que compram energia no mercado livre.
Impacto na conta de luz
A maior parte da energia que as distribuidoras precisam para atender a seus consumidores está vinculada a contratos de longo prazo, com preço já definido e que não sofre nenhuma influência da variação do PLD. Entretanto, algumas dessas concessionárias precisam de mais energia do que a contratada. Esse consumo extra é pago mensalmente por elas ao preço médio do PLD.
Como o valor divulgado nesta sexta vai servir de referência durante a próxima semana, até o dia 7 de fevereiro, isso significa que, nesse período, toda a energia que as distribuidoras consumirem fora dos seus contratos de longo prazo vai custar R$ 822,83 por MWh. No dia 7, um novo PLD será divulgado e passará a ser o novo valor de referência.
A má notícia para os consumidores é que esse custo a mais pago pelas distribuidoras com a compra de energia a preços recordes será repassado à tarifa e, portanto, pode levar a aumento da conta de luz.
O presidente do conselho de administração da CCEE, Luiz Eduardo Barata Ferreira, avalia que o preço da energia no mercado de curto prazo deve continuar alto pelo menos até a segunda quinzena de fevereiro. “A previsão é que a intensidade das chuvas e a melhora do nível dos reservatórios só devem acontecer a partir da segunda quinzena de fevereiro. Até lá, o PLD deve continuar alto.”
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Coisa de gente famosa ou exagero? Ana Hickmann vende primeiras fotos do bebê por R$ 1,5 milhão
Bebê premiado? Quase isso.
Enquanto as mamães anônimas enchem o feicebuqui de foto dos pimpolhos com o cordão umbilical ainda balançando, a mami rica Ana Hickmann já deu um jeito de engordar o cofrinho. Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja as primeiras fotos do bebê dela, previsto para nascer no mês de fevereiro, farão parte de uma campanha publicitária.
O valor da brincadeira? 1, 5 milhão de reais. Bah, vai ganhar esta grana sem precisar ficar três meses confinada na casa do BBB.
No hospital Albert Einstein, onde o pequeno Alexandre virá ao mundo, já estão todos avisados para não facilitar a entrada de câmeras.
Saudade do tempo em que as mães iam ao estúdio fazer foto do bebê vestido como ursinho da Parmalat. Hoje em dia as crianças já nascem ao som do funk ostentação.
Outras beldades, como Angélica Hulk e Wanessa Ainda Não Sei Se Sou Camargo, já clicaram seus pitocos por dinheiro. Mas Aninha exagerou no valor. Quê ceis acham, povinho? As fotos de um bebê valem 1,5 milhão?
Enquanto as mamães anônimas enchem o feicebuqui de foto dos pimpolhos com o cordão umbilical ainda balançando, a mami rica Ana Hickmann já deu um jeito de engordar o cofrinho. Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja as primeiras fotos do bebê dela, previsto para nascer no mês de fevereiro, farão parte de uma campanha publicitária.
O valor da brincadeira? 1, 5 milhão de reais. Bah, vai ganhar esta grana sem precisar ficar três meses confinada na casa do BBB.
No hospital Albert Einstein, onde o pequeno Alexandre virá ao mundo, já estão todos avisados para não facilitar a entrada de câmeras.
Saudade do tempo em que as mães iam ao estúdio fazer foto do bebê vestido como ursinho da Parmalat. Hoje em dia as crianças já nascem ao som do funk ostentação.
Outras beldades, como Angélica Hulk e Wanessa Ainda Não Sei Se Sou Camargo, já clicaram seus pitocos por dinheiro. Mas Aninha exagerou no valor. Quê ceis acham, povinho? As fotos de um bebê valem 1,5 milhão?
sábado, 25 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Em prisão domiciliar, Genoino aluga casa em Brasília, informa advogado
Valor do aluguel não foi informado pela defesa do ex-deputado do PT.
Ele faz campanha para obter R$ 667,5 mil e pagar multa por condenação.
O advogado Luiz Fernando Pacheco, que defende o ex-presidente do PT
José Genoino, informou nesta quinta-feira (16) que o cliente alugou uma
casa para morar em Brasília.Segundo o advogado, Genoino fez o contrato por dois meses porque está em prisão domiciliar até 21 de fevereiro, por determinação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Depois dessa data, de acordo com decisão a ser tomada por Barbosa, ele poderá permanecer na prisão domiciliar ou voltar para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, de onde saiu por motivos de saúde. Condenado no julgamento do mensalão, Genoino cumpre pena de 6 anos e 11 meses de prisão.
De acordo com o advogado, Genoino mudou com a mulher para a nova casa. A moradia, segundo Pacheco, está mobiliada e é “simples”. Ele não informou o valor do aluguel.
Reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" informou que o valor da locação é de R$ 4 mil mensais. Genoino recebe da Câmara aposentadoria de R$ 20 mil por mês como ex-deputado.
Antes de se mudar, ele estava na casa de um parente, na capital federal, informou o advogado. Segundo Pacheco, a mudança de endereço foi comunicada à Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, “conforme compromissos assinados na prisão domiciliar”. A assessoria de imprensa da Vara confirmou ter recebido o comunicado da mudança de endereço.
No dia 27 de dezembro, o presidente do STF e relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, prorrogou a prisão domiciliar de Genoino até o fim de fevereiro.
Site para arrecadar doações
Na semana passada, a família de Genoino criou um site para arrecadar doações para o pagamento da multa de R$ 667,5 mil, que, além da pena de prisão, foi imposta a ele pelo Supremo. Em mensagem publicada no site, a família afirmou que o ex-presidente do PT “não tem como arcar” com a quantia.
Até a tarde desta quarta-feira (15), segundo informou o departamento jurídico do PT, o site já havia arrecadado para Genoino mais de R$ 320 mil. De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal, a multa tem de ser paga até a próxima segunda-feira (dia 20).
Segundo informou a assessoria da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, se o pagamento não for feito no prazo, Genoino terá o nome inscrito na dívida ativa da União, passará a ser cobrado pelo Tesouro Nacional e poderá ter, para fins de quitação, os bens penhorados.
Assinar:
Postagens (Atom)


















